Auditório Agostinho da Silva

CEM SOLDOS

Materiais Diversos

9, 11, 12 Agosto
Auditório
BS17-MATERIAISDIVERSOS

O BONS SONS e a Materiais Diversos estabelecem uma parceria de programação que visa a potenciação sinérgica da cultura numa área territorial próxima onde ambas actuam. Tirando partido do conhecimento e desenvolvimento artístico de cada uma, nas áreas da música e das artes performativas respectivamente, esta parceria visa a programação cruzada nos eventos de ambas as associações.

A Materiais Diversos é uma associação cultural sem fins lucrativos, fundada pelo coreógrafo Tiago Guedes e actualmente sob direcção artística de Elisabete Paiva. Tem como missão incentivar a investigação e experimentação artísticas e sensibilizar o público para as artes performativas, em especial a dança. Integra a rede europeia de apoio ao desenvolvimento coreográfico Open Latitudes e a REDE – Associação de estruturas para a dança contemporânea.


9 AGO | SACRO, DE SARA ANJO


11 AGO | UM [UNIMAL], CRISTINA PLANAS LEITÃO


12 AGO | CLASSE DO JAIME, SUSANA DOMINGOS GASPAR

S E N S O do Colectivo249

9–12 AGO | 16:00-20:00 | INSTALAÇÃO
12 AGO | 18:00 | VISITA GUIADA
Auditório
2018-SENSO-c-colectivo249

“Enquanto filhos do meio, o colectivo249 é constituído por jovens emergentes nas múltiplas dialécticas artísticas (artes plásticas, gráficas, audiovisuais e performativas). Procuramos através do S E N S O – Pesquisa da sensibilidade cultural na comunidade, explorar no território, com as pessoas, os lugares e a sua cultura, no momento presente, com base no passado e com foco no futuro. Esta prospecção cultural, divide-se agora em entre.vistas (acção de pesquisa cultural em Torres Novas) e com.unidade (residência artística em Alcanena). Estas partilhas e criações, que procuram suscitar a reflexão de todos os seus intervenientes, tomarão forma e conteúdo simultaneamente numa instalação que vai habitar o festival BONS SONS.” Colectivo249

MESA REDONDA FILHOS DO MEIO

12 AGO | 19:15
Auditório
2018-filhosdomeio

Nesta mesa redonda será possível conhecer melhor os projectos e artistas Filhos do Meio, procurando compreender a importância desta bolsa nos seus percursos profissionais e pessoais, mas também reflectir sobre a importância da prática artística na vida dos lugares e sobre a vitalidade que os lugares trazem à criação artística.

Convidados:
Membros do Colectivo249, Susana Domingos Gaspar e Edgar Valente

Moderação:
Sara Abrantes (Materiais Diversos)

Curtas em Flagrante

10 Agosto
Auditório
BS18-CURTAS

“Curtas em Flagrante” é um festival itinerante de curtas-metragens provenientes de países de língua oficial portuguesa. Da selecção de obras apresentadas anualmente a concurso nasce este festival. Pretende impulsionar uma nova perspectiva de interpretação da linguagem cinematográfica e audiovisual e despertar uma renovada absorção individual da sétima arte, distinta das criações convencionais e acessíveis pelos meios comerciais.

Além da itinerância, existem projecções pontuais, como a exibição de uma curta antes de um filme em salas de cinema, ou a realização de mostras.

EDEN
Um filme de Ana Pio
Portugal/Reino Unido, 2016

Em 1974, num seminário Católico Português, um rapaz aprende a expressar aquilo que sente numa sociedade baseada em censura. José decide manifestar o que pensa acerca de uma injustiça que afecta os seus amigos. Ele acredita fortemente na sua opinião e as suas acções reflectem a revolução do cravos.


HABITAT
Um filme de Max Henrique
Brasil, 2017

Uma cidade sem sinais.


CÂMARA NOVA
Um filme de André Marques
Portugal, 2017

Rafa está a testar a sua câmara nova, Rua e Ana vão lhe dar boleia. A câmara continua a filmar.


PORQUE É ESTE O MEU OFICIO
Um filme de Paulo Monteiro
Brasil, 2018

“Porque é este o meu ofício” é um filme sobre a voragem do tempo. E também sobre a infância e a forma como nos marca para a vida toda. É um filme que fala da relação de um filho com o seu pai. E das muitas palavras que nunca se dizem porque estão escritas no coração.


20 ANOS DE OFICINAS NUM CONVENTO

Um filme de Pedro Grenha, Rodolfo Pimenta e Rui Cacilhas
Portugal, 2017

20 anos de Oficinas num Convento sugere uma leitura dos 20 anos de actividade da “Oficinas do Convento, associação cultural de arte e comunicação”, um projecto de Arte e Cultura motivado pela criação de “híbridos” que cruza artes tradicionais com novas linguagens contemporâneas. Trata-se de uma abordagem às suas disciplinas de criação artística através da exploração dos diversos suportes arquivados ao longo do percurso associativo. Numa harmonia entre a institucionalização e a expressão plástica das imagens, este filme retrata 20 anos de cultura descentralizada, promovendo assim uma reflexão sobre a produção artística e a programação cultural. 20 anos de Oficinas num Convento é também a celebração do que está por vir e de quem está por chegar, deixando antever uma inquietude tecnológica e poética profundamente enraizada no património material e imaterial do Alentejo.


NOITE DE SÃO JOÃO
Um filme de José Pedro Lopes
Portugal, 2017

Numa Noite de S. João no Porto, Carolina decide divertir-se de forma diferente.

LARANJA AMARELO
Um filme de Augusto Almeida
Portugal, 2017

Tiago é levado pelos sonhos de uma relação mal resolvida. O verão está a acabar, a banda dos amigos vai dar um concerto. Sofia aparece para tirar fotografias.


PEDRAS NO CAMINHO
Um filme de Diogo Pessoa de Andrade
Portugal, 2017

Um documentário de 1 minuto sobre como as pedras do rio mudaram a vida de dois homens para melhor. Dois homens, que vivem num centro abrigo para pessoas sem abrigo, encontraram uma maneira de ganhar a vida através da arte urbana e isso mudou suas vidas para melhor.


NORLEY E NORLEY
Um filme de Flávio Ferreira
Cuba/Portugal/Espanha, 2017

A linguagem silenciosa de dois irmãos, intimidade da fisicalidade. A diferença através da igualdade. Norley e Norlen são gémeos, umas vezes lutam… e outras não.


COMO SEMEAR UMA COLMEIA?
Um filme de Tiago Moura
Portugal, 2017

O filme conta a história da reedificação da antiga escola primária da pequena aldeia de Figueira (Pedrógão Grande, Leiria), e de como foi transformada na sede da Associação de Vítimas do Incêndio de Pedrógão Grande (AVIPG). Esta regeneração é um exemplo de como um processo de reconstrução se pode tornar num ponto de partida.


FUGIU. DEITOU-SE. CAÍ.
Um filme de Bruno Carnide
Portugal, 2017

Ao entrar na idade adulta, uma jovem relata os seus dias dentro de uma família disfuncional; os seus medos, desejos e frustrações, que a levam a uma busca incessante por uma paz que teima em não chegar.


GARY
Um filme De Marina Thomé
Brasil, 2017

Gary vende balões nos metrôs de Nova York e sonha em aprender mágica. Conversas filmadas aproximam a documentarista brasileira deste morador do Brooklyn de família cubana, que entre longos trânsitos subterrâneos, questiona seu caminhar no mundo.


RAZÃO ENTRE DOIS VOLUMES
Um filme de Catarina Sobral
Portugal, 2017

Tudo o que preenche os dias do Sr. Cheio permanece dentro dele. Nunca perde uma memória, um pensamento ou uma emoção. pelo contrário, apesar dos seus esforços, o Sr. Vazio não encontra nada que o preencha. Até que um dia, o Sr. Cheio decide enfrentar os medos e o Sr. Vazio resolve fazer uma viagem.

Lugares limitados à capacidade do Auditório.

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