Glockenwise

11.AGO.2017 | PALCO EIRA

Ao terceiro álbum, “Heat” (2015) o quarteto barcelense migrou de um rock’n’roll puro e enérgico, próximo do garage-rock, para uma sonoridade mais densa e complexa, onde se faz sentir a influência da cena indie dos anos 80 – não por acaso, o vocalista Nuno Rodrigues referiu-se aos “Smiths da Califórnia”. Para tal, recorreram a órgãos vintage e à manipulação de ruído na produção, mas é sobretudo no tom, mais pessoal e sombrio, que a nova musicalidade dos Glockenwise se revela em pleno. É o disco da idade adulta de uma das mais interessantes bandas portuguesas do momento.

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© Carlos Lobo

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